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I’m in love with my car

Pois… tal como na música dos Queen – a única que é cantada in main role pelo baterista Roger Taylor – acho que estou mesmo em amor com a minha máquina de condução e isto porque seis meses a conduzir todos os dias de expediente 80 quilómetros de vaivém casa <-> trabalho levou-me a ter uma relação íntima e próxima com a minha máquina – e isto depois dos maltratos porque passou à minha custa – tal como um cavalo que primeiro é rezingão e depois completamente domado pelo dono – neste momento já sei os mais pequenos segredos da minha máquina – tais como as riscas certas no conta-rotações onde devo inicar o processo de ultrapassagem, o encurtamento da aceleração no mínimo tempo possível, muito necessário quando vamos entrar a partir de um entroncamento vindos de uma estrada secundária para uma estrada muito movimentada, tudo pequenas coisas que fazem a diferença. É verdade que sou um aventureiro, se bem que calculista, à maneira das personagens de Clint Eastwood, e isso reflecte-se na minha condução e na confiança que fui ganhando nos últimos tempos. Podem ficar descansados quem tem imagens menos positiva da minha positiva por saberem bem aquilo porque passei nos primeiros tempos de condutor-proprietário, que neste momento a minha seguradora pode também ficar descansado porque a última vez que a telefonista deles ouviu falar de mim foi há praticamente um ano e por causa de uma avaria…

 

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