Análise da área ardida de Tavira

Graças À seguinte imagem relativo ao incêndio que devastou os concelhos de Tavira e São Brás de Alportel – que retirei do site do EFFIS – European Forest Fire Information System   (Obrigado à Ana Graça por me indicar o site) – posso rapidamente extrair uma conclusão: os acessos dificultaram em grande parte o combate ao incêndio – não sendo por acaso que a fronteira leste da área ardida coincide com a estrada nacional 397 que liga Tavira a Cachopo e a sul com a estrada municipal que vai acompanhando o vale do Rio Séqua (não me lembro da denominação, infelizmente) – e onde se situa o famoso “Pego do Inferno” (cujo posição aproximada é indicada pela seta) cujo ‘desaparecimento’ do respectivo coberto vegetal poderia muito bem ter sido evitado se não tivesse ocorrido a tão noticiada ‘descoordenação’. Um pouco mais de esforço e poderia-se muito ter evitado o desfalque de um local outrora tão paradisíaco.

Por outro lado, um importante núcleo de sobreiros (que produzia talvez da melhor cortiça do país) foi completamente destruído neste incêndio. Ficava situado entre São Brás de Alportel e o Barranco-do-Velho. Já em 2004 tinha ardido uma apreciável área na área entre as freguesias de Cacela (do concelho de Vila Real de Santo António) e da Conceição (de Tavira), depois de em 2003 ter sido a vez da Serra de Monchique. Resta pergunta: o que é que sobra arder !?

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