Adeus meu querido…

… rato. Recupero este blog meses passados sobre o meu último artigo, para dar conta de que o meu querido rato Logitech, sem fio chegou ao fim de uma jornada de 8 anos na minha posse. Ao longo deste tempo acompanhou-me desde o fim do meu curso, pela minha carreira profissional de cinco anos em Lisboa e mais recentemente aqui em casa.
Ao fim de todo este tempo foi ligado (não vou dar claro, é conta de todos os portáteis em que ele esteve ligado!) em três portatéis meus diferentes – desde dois ASUS (um já deu o berro!) – até ao meu último, que ainda está em minha posse, um Macbook.

O meu velho rato, a fazer 8 anos... o que vou agora fazer sem ti !?

O meu velho rato, a fazer 8 anos… o que vou agora fazer sem ti !?

Durante todo esse tempo, e como era um rato sem fios cujo conector USB não precisava de pilha, teve outras utilizações que não tinham muito a ver com o facto de ser o rato de um computador, mas outras, desde telecomando quando ligava o portátil à televisão para ver filmes ou mesmo como ponteiro de apresentações – ainda me lembro que foi com ele que passava entre slides – com a ajuda de simples clique esquerdo – na apresentação do meu projecto de final de curso!
Em Lisboa, e por todos os lugares por onde passei – e sempre que a empresa emprestava um portátil, eu lá preferia continua a levar este meu rato comigo na mala de casa para o trabalho (preterindo o rato que era fornecido pela minha empresa), uma vez que a própria Logitech oferecia uma bolsinha para guardar lá dentro e nele eu punha sempre pilhas recarregáveis prontinhas a substituir as que se iam descarregando! Aliás, foi graças a este rato que eu comecei a ganhar o hábito de usar pilhas recarregáveis, deixando se usar das outras…
Ontem, comecei a estranhar porque motivo o ponteiro do cursor no écrã já não tinha a mesma fluidez, pensei , seria das pilhas !? Não, não podia ser, porque o mesmo comportamento manteve-se, e foi tal e qual o mesmo experimentando noutro computador!
Veredicto final: só podia mesmo ser do coitado do rato! Vai-me custar mesmo muito separar deste rato, mesmo sabendo que irei comprar outro igual mais barato (na altura, quando comprei este, custou 50 €!), tendo em conta tudo aquilo que este ‘menino’ me acompanhou. Mas estou a bater certo da cabeça, estou a desenvolver sentimentos com uma reles peça de electrónica !? Bem, há gente que desenvolve grande estima por carros… enfim, deverá haver também mais exemplos do género, mas agora não me recordo… resta-me decidir o que vou fazer com o ‘cadáver’ deste rato. Enterrá-lo não, talvez vá fazer o funeral dele na minha gaveta-cemitério de electrónica aqui em casa. Vai ficar a fazer companhia a motherboards queimadas, CPUs Pentium III, ventoinhas gastas, etc….

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