Racismo – genético ou adquirido !?

 

Este artigo apareceu no Público on-line de ontem:

http://www.publico.pt/Ci%C3%AAncias/no-cerebro-ha-um-conflito-entre-ter-atitudes-racistas-e-serse-neutro-1552299

Esta tendência para separar e individualizar pode ter uma base inata e, logo genética. Tendencialmente, as pessoas formam grupos onde partilham características comuns: idioma, religião, estado civil, idade, e a cor da pele é uma deles.
Quando falamos de racismo, devemos falar dele em sentido lato: quando a palavra é empregada num contexto onde identifica qualquer forma de discriminação, independentemente da característica que levou a essa discriminação.
Se eu entrar num bar cheio de pessoas de uma só cor, provavelmente irei entrar nesta tal situação de conflito que o artigo descreve. Digamos que a irracionalidade e a racionalidade entram claramente em conflito neste caso, vencendo nalguns casos uma e noutros a outra.

E então quando existem aquelas situações em que temos de “agir logo”, como uma rixa, não sei qual delas levará a melhor. Desconfio que sei qual é.

 

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O Zuckerberg de…

O Zuckerberg descobriu a pólvora: incapaz, após uma série de brainstorm’s, de desencantar a próxima grande novidade da sua empresa, decidiu aumentar o tamanho da letra do facebukas. Eu prefiro facebukar com a letra a tamanho 12 pontos, como tava dantes.
Acho que ele fez foi, usando o facto de tu partilhares a tua idade no facebook, com pessoas que têm mais de 30 anos, começam a sofrer de falta de visto ao perto, logo, ele lembrou-se da gente, e decidiu automaticamente aumentar o tamanho da letra para o pessoal mais velho. Se isto agora é uma regra de proporção, o pessoal de quarenta deve ter letra a 16 pontos, o pessoal de 50 está praí a 20 pontos, quanto aos octagenários nem se fala, deve ser uma letra só, ocupa toda a altura do écrã, de alto a baixo ! Ai, Zuckerberg, Zuckerberg, o que tu inventas… !