Someone I don’t know called me from +43720882904

I received a call from this number. The prefix is from Austria. No sound and then a heard something that sounded like “Shalom”. I told in english that I din’t speak hebrew or arabic so the guy switched to english and started if I would like to initiate in trading.

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Sorry, I’m not that kind of guy, I only work in my stuff. Shouldn’t had tell him that I work in tourism, but anyway that information is unuseful to him. When prompted how he did get to know my number, he answered in a evasive manner, like : “you perhaps used your number in some or web form…” . What is going against all kinds of regulations of private data protection, I spend almost five minutes for the guy to figure how my email address was written.Until now haven’t received any kind of the stuff he wanted to “initiate me in trading”.
When he started to tell me about Apple and its shares was expected to grow at the moment, I urged him to stop because I had to return to my job and understand less than 10% of financial babble he was speaking. So the conversation ended this way. Almost remembered some kind of scam envolving some of those virtual currencies like bitcoin. It was not dangerous, but the stuff the guy was proposing to me just is not for my stomach. Anyway, I would like to know how this guy or the guys he work for got my phone number.

Update: late checking from this site one of commenters said this company is called Bitpanda.

 

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O que é que uma coisa tem a ver com a outra !?

Brasão do Reino do Algarve – uma farsa !?

1666 dutch map vs 1666 tesouro da nobreza
Duas versões do “presuntivo” Brasão do Reino do Algarve, ambas do século XVII: a da esquerda é holandesa e figura no Atlas Contractus de Johann Janssonius (1666), a segunda é portuguesa e é referida no Thesouro da Nobreza de Francisco Coelho (1675)

ACTUALIZAÇÃO: Foi criado o artigo sobre o brasão do Reino do Algarve na Wikipédia. Escusado dizer quem é o autor original.

Na wikipédia tudo pode ser editado e tudo é editável e também pode haver membros da comunidade que, por opinião meramente pessoal insistirem num ponto de vista que quando descamba em desfavor, levam a discussão ao ponto de se auto-ridicularizarem. Foi o que aconteceu depois de um dos membros desta comunidade eliminar o brasão de armas que ilustrava a infocaixa do artigo da wikipédia sobre o Reino do Algarve sob o pretexto de o mesmo nunca ter sido usado pelas autoridades que governavam a província equiparada a um reino titulado, mas ser apenas uma fantasia criada por um ilustrador de mapas holandês do século XVIII. O que é certo é que o referido brasão figurou no artigo durante muito tempo sem ninguém o pôr em questão, assim como continuar a figurar no artigo homólogo da wikipédia inglesa e na espanhola . Fiquei um tanto espantado com a remoção, quando para mais o dito sujeito escusava-se sem demoras e sem explicar as razões da sua acção. Decidi repõr o brasão na infocaixa. Resultado: um “senhor administrador” qualifica a minha acção como “vandalismo”, colocando-se do lado do outro indivíduo detractor do brasão do Algarve, provavelmente seu “protégé”. Confronto este sujeito, e a resposta dele é pôr-me na frente a “carta de princípios da Wikipédia” com a ideia de que quem insere informações é quem as deve provar depois ( aquilo a que o fulano chamou “Ónus da Prova“). Em primeiro lugar, não fui eu que adicionei o brasão, ele esteve patente durante algum tempo, e sou tratado pelo sujeito, que venho a saber é um sysadmin da Wikipédia, como se fosse quem tivesse inserido o brasão, para além de ter sido tratado como se fosse um “vândalo“. Isto levou-me a pensar que a wikipédia é controlada por indivíduos que, abusando do seu poder dentro da comunidade, fazem valer as suas opiniões em função do estatuto que têm na sua comunidade e podem tratar qualquer colaborador (eu, por exemplo, que já tenho umas quantas centenas, senão milhares de bytes de texto editado na Wikipédia portuguesa) como se fosse um vândalo caso estes expressem opiniões contrárias às suas. Volto a confrontar o sujeito na página de discussão do artigo, ele finalmente, após várias vezes solicitado da minha parte para explicitar os seus motivos, lá se descose, e diz porque não acredita este brasão alguma vez ter sido utilizado pelo Reino do Algarve enquanto ele existiu (desde 1249 até 1834, fim da monarquia absoluta), quando fui substituído pelo “Distrito de Faro”. Apesar de tudo diz que o desenho existe, é um facto, mas foi usado apenas por ilustradores de mapas e nunca por portugueses e que hoje ele é apenas conhecido por algures no século XX, a câmara municipal de Silves, quando pretendeu redesenhar o seu brasão, ter perguntado à Sociedade Portuguesa de Arqueologia, na altura a autoridade portuguesa em termos de Heráldica, ter proposto a redefinição do brasão de Silves inspirando-se nos rostos dos reis mouros e reis cristãos que figuram no tal escudo, acto que levou a que as restantes autarquias algarvias também requeressem a mesma “renovação” do seu brasão de armas, tornando-se um denominador comum de todos os brasões dos municípios da região, a presença de um rei mouro e um rei cristão no escudo da autarquia. E que só depois disto é que toda a gente começou a pensar que o “Reino do Algarve” teria tido no passado usado este escudo em virtude desta reforma das armas. Mas, eu fui consultar outras fontes, e graças a elas, descobri num armorial português do século XVII – o “thesouro da Nobreza“, quase da mesma época que o Atlas holandês que deu a primeira versão do brasão, que surge um brasão quase idêntico, com a diferença de figurarem dois rostos em vez de apenas um em cada um dos quartéis do escudo algarvio e, claro de faltar a coroa e as cores amarela e vermelha do fundo dos quartéis. Não sei se Francisco Coelho, autor do Thesouro terá estado em contacto ou teve conhecimento do Atlas Contractus do holandês Johan Janssonius, mas se não esteve, a coincidência é boa demais para se tratar de um mero acaso, a grande semelhança entre os dois escudos. Quando confrontado com o escudo proveniente do armorial português, o meu correligionário da wikipédia pergunta “O que é uma coisa tem a ver com a outra?”. Eu estive para responder “O que é que o c… tem ver com as calças?”. Mas, dada uma das regras da wikipédia é não levar a discussão do tema para o tom de ataque pessoa, decidi ser sarcástico e expressar o que minha na alma de uma forma subtil. A discussão acabou por ali, pelos vistos o meu caro correligionário não gostou da minha ironia enquanto outro utilizador, observador, veio propor tréguas afirmando que o escudo poderá aparecer no artigo, mas não na infocaixa, proposta que aceitei de imediato, sem qualquer resposta por parte do senhor “sysop” da Wikipédia que provavelmente virá todos os verões apreciar o nosso Algarve, e não lhe agrada que o Algarve no passado tido um estatuto de “Reino”, se bem, a bem da verdade, apenas de uma forma simbólica e formal, e porque não a sua região (que desconheço qual seja) não deveria ter tido também esse direito. A discussão que tive com o sujeito está toda aqui.